Sem dados sobre competência clínica, a farmácia hospitalar opera no achismo. E o risco disso não é abstrato.
Formação acadêmica e anos de experiência não garantem competência clínica atualizada. A complexidade das terapias farmacológicas cresce ano a ano — biológicos, imunoterapias, esquemas altamente individualizados — e a literatura é clara: eventos adversos relacionados a medicamentos continuam entre as principais causas evitáveis de dano ao paciente. E uma parcela significativa desses eventos está ligada a lacunas na revisão clínica e no monitoramento farmacoterapêutico.
O problema não é a ausência de farmacêuticos clínicos. É a ausência de governança sobre o que eles sabem.
Hospitais com farmácias mais maduras tratam o conhecimento da equipe como um ativo institucional mensurável. Eles não presumem competência — eles monitoram por indicadores: qualidade das intervenções, aderência a protocolos, variabilidade entre profissionais. Isso transforma a farmácia de um centro de custo em um núcleo de inteligência clínica.
Sem esse modelo, a atuação clínica fica refém da experiência individual. A variabilidade aumenta. O risco, também.
Um diagnóstico estruturado, que avalie competências, processos assistenciais e indicadores de farmacoterapia é o primeiro passo para sair do “eu acho que está bem” e chegar ao “eu sei onde estamos e para onde precisamos ir”.
É exatamente esse movimento que a PharmaInova apoia nas farmácias hospitalares com as quais trabalha.
Sua farmácia tem dados para responder essa pergunta ou ainda depende de percepções?
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